Querido Diário,
Certa vez, apareceu em meu quintal um lindo pássaro (igual àqueles caríssimos que algumas pessoas criam em gaiolas)... Acho que esse tinha fugido do seu dono.
Papis, que gosta e entende de pássaros, jogou um pouco de arroz para que ele comesse; porém, assustado, o pobre pássaro fugiu.
Alguns dias após o ocorrido, o pássaro voltou, e meu pai, novamente, colocou um pouco de arroz para ele, que desta vez deu umas bicadinhas e voou apressadamente.
Vixe! Até os passarinhos sabem que quando a esmola é demais o santo desconfia... (risos)
Após semanas, para minha surpresa, o mesmo pássaro retornou e, a partir daquele dia, passou a pousar todas as manhãs em meu quintal. E a cada visita à minha casa, ele se mostrava mais seguro, feliz e familiarizado com o ambiente.
E, numa bela manhã de sábado, ele se sentiu tão seguro e feliz que até começou a cantar...
Querido Diário, não há gratidão no pão comido sob opressão, não há amor que sobreviva numa prisão, e nada se compara à beleza do canto de um pássaro livre... Esta é a nossa primeira conversa de 2022, e estou muito feliz \0/ em ver que permanece contente em ser um diário...
Que este ano seja uma bênção para a glória de Deus!
(Hora do Chá)
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