Querido Diário,
Hoje estava pensando sobre o amor... Ah, não comece a rir! Eu sei o que você está imaginando (risos). Mas não é nada disso! O que eu meditava era sobre o poder que o amor tem para salvar... Ele é como uma boia (Jesus) no mar (vida), onde quem está se afogando — seja um ser humano vazio, triste, decepcionado, traído, frustrado ou necessitado — pode se agarrar para não ser tragado pelas águas.
Porém, como lançar a boia a alguém que não aceita ser salvo, ou que talvez ache que ela não tem serventia alguma?
Imagine-se em alto-mar, vendo alguém
se afogando; você lança a boia com fé, crendo que pode salvar
aquela pessoa, mas ela simplesmente a recusa, ou a encara apenas como
um objeto interessante, porém ineficaz no momento, por crer que nem
mesmo aquela boia poderia salvar a sua vida... Complicado, não?
Deus deu aos homens o Seu amor por meio de Jesus, porém nem todos fazem ou farão proveito disso. Uns por orgulho, outros por incredulidade, e alguns por se acharem indignos de receber esse amor.
Pedro e João estavam à Porta Formosa, onde havia um paralítico mendigando. Eles ofereceram àquele homem o amor de Deus, por meio de Jesus, ministrado numa palavra de cura; porém, por esperar somente pela "salvação diária" — ou seja, as migalhas (esmolas) que lhe davam —, ele ficou parado, sem tomar posse da salvação completa vinda da parte de Deus para a sua vida. Foi necessário que Pedro estendesse a mão para que o enfermo visse que realmente a salvação chegara; por isso, pôde se firmar em pé e, enfim, sair da porta do templo e adentrá-lo. Oh, glória!
Diário, não temos como prever como será a resposta da nossa ação de lançar a boia. Porém, a nossa parte temos que fazer: lançá-la! Isso também me fez lembrar de Pedro, que fora lavar as suas redes após passar a noite inteira pescando e não ter apanhado um único peixe; ele voltou ao mar por ordem de Jesus e apanhou tanto peixe que as redes quase se romperam.
Por fim, medito sobre algumas questões enquanto escrevo em ti:
Como está o nosso estoque de boias?
Como está o nosso físico para lançarmos as boias?
Como está o nosso espírito para entendermos que, muitas vezes, puxaremos a boia e não haverá ninguém agarrado nela?
Profundo, não?…
Diário, Deus é maravilhoso. E Ele está agindo neste texto! Eu creio! E, Ele, nos ajudará, pois até aqui esteve conosco e sempre estará, até a consumação dos séculos.
Pois é, se continuássemos a meditar, eu faria de ti um livro! (risos). Mas agora preciso ir. Tenho que ver se já tem alguém na boia que, nestes últimos dias, tenho lançado todas as manhãs.
Deus deu aos homens o Seu amor por meio de Jesus, porém nem todos fazem ou farão proveito disso. Uns por orgulho, outros por incredulidade, e alguns por se acharem indignos de receber esse amor.
Pedro e João estavam à Porta Formosa, onde havia um paralítico mendigando. Eles ofereceram àquele homem o amor de Deus, por meio de Jesus, ministrado numa palavra de cura; porém, por esperar somente pela "salvação diária" — ou seja, as migalhas (esmolas) que lhe davam —, ele ficou parado, sem tomar posse da salvação completa vinda da parte de Deus para a sua vida. Foi necessário que Pedro estendesse a mão para que o enfermo visse que realmente a salvação chegara; por isso, pôde se firmar em pé e, enfim, sair da porta do templo e adentrá-lo. Oh, glória!
Diário, não temos como prever como será a resposta da nossa ação de lançar a boia. Porém, a nossa parte temos que fazer: lançá-la! Isso também me fez lembrar de Pedro, que fora lavar as suas redes após passar a noite inteira pescando e não ter apanhado um único peixe; ele voltou ao mar por ordem de Jesus e apanhou tanto peixe que as redes quase se romperam.
Por fim, medito sobre algumas questões enquanto escrevo em ti:
Como está o nosso estoque de boias?
Como está o nosso físico para lançarmos as boias?
Como está o nosso espírito para entendermos que, muitas vezes, puxaremos a boia e não haverá ninguém agarrado nela?
Profundo, não?…
Diário, Deus é maravilhoso. E Ele está agindo neste texto! Eu creio! E, Ele, nos ajudará, pois até aqui esteve conosco e sempre estará, até a consumação dos séculos.
Pois é, se continuássemos a meditar, eu faria de ti um livro! (risos). Mas agora preciso ir. Tenho que ver se já tem alguém na boia que, nestes últimos dias, tenho lançado todas as manhãs.
(Hora do Chá)